Conheça números da Vale em MG: R$ 14,7 bi em custeio e investimento

0

Os principais tributos pagos somaram R$ 1,1 bilhão nos primeiros 9 meses do ano. Somente a Cfem foi de R$ 502,3 milhões para 14 municípios produtores

Os desembolsos da Vale em Minas Gerais nos primeiros nove meses do ano ultrapassaram R$ 14,7 bilhões entre custeio e investimentos nas áreas de mineração, logística, pesquisa mineral, entre outros.

As atividades da Vale geraram arrecadação de R$ 1,1 bilhão entre janeiro e setembro de 2018 em Minas, considerando-se os tributos mais importantes. Os valores são repassados pela Vale à Agência Nacional de Mineração (ANM), que faz a distribuição para os municípios mineradores, Estado, União e outras entidades.

Estão incluídos no montante a Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (Cfem), o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), a Taxa de Controle, Monitoramento e Fiscalização das Atividades de Exploração e Aproveitamento de Recursos Minerários (TFRM) e o Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS).

Apenas o repasse da Cfem para 14 municípios produtores foi equivalente a R$ 502,3 milhões nesse período.

Para suportar suas operações, a Vale conta com quase 26 mil empregados próprios e terceiros permanentes no Estado.

Investimento social

A Vale investiu, nos primeiros nove meses, R$ 184,3 milhões em ações e projetos socioambientais. Apenas a Fundação Vale, braço social da empresa, destinou R$ 5,9 milhões para inciativas sociais de Minas Gerais. Os projetos Apoio à Geração e Incremento de Renda (AGIR), Programa de Empreendedorismo Social Comunitário (PESC) e Equidade de Gênero são exemplos do trabalho desenvolvido pela Fundação para prospectar, promover e incubar negócios sociais. Ações de fortalecimento da Atenção Básica e da educação nas comunidades em que a empresa atua também receberam investimentos.

Na área de atuação do Complexo Vargem Grande, a Fundação Vale está executando o Plano de Relacionamento São Sebastião das Águas Claras – Núcleo Produtivo, com o objetivo de capacitar e incentivar a comunidade a empreender. No terceiro trimestre foram beneficiadas cerca de 80 pessoas de Nova Lima.

Já o Plano de Relacionamento com a Comunidade do Jardim Canadá, que já beneficiou 500 pessoas nesse trimestre em Nova Lima, visa construir espaços de expressão, aprendizagem, convivência e lazer para crianças, adolescentes e suas famílias. Além de promover o acolhimento e a geração de renda para mulheres e adolescentes grávidas.

Também em Nova Lima, a Fundação desenvolve o programa Educação – Árvore e Ser, cujo foco é fortalecer o relacionamento comunitário por meio da Educação Ambiental de crianças e jovens, incentivando a adoção de árvores e ilhas verdes, plantação de hortas, compostagem e minhocário. A iniciativa beneficiou, entre julho e setembro, 198 pessoas.

A empresa também mantém o único trem diário que liga duas capitais do país, Belo Horizonte e a Grande Vitória, passando por 42 municípios, e o Trem Turístico que conecta as cidades históricas de Ouro Preto e Mariana. De janeiro a setembro de 2018, a Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM) transportou mais de 826 mil passageiros e o Trem Turístico já recebeu mais de 65 mil pessoas.

Já os investimentos da Vale em patrocínio no Estado serão da ordem de R$ 14 milhões até o final de 2018, seja via Lei Rouanet ou recurso direto. O Memorial Minas Gerais Vale, mantido pela empresa, conta com recursos no valor de R$ 4 milhões neste ano e já recebeu mais de 90 mil visitantesem 2018. A Vale também renovou sua parceria com Inhotim, museu que apoia desde 2011, sendo responsável pelo patrocínio que garante a manutenção do Instituto e dos projetos Jovens Agentes e Escola de Cordas.

Ações ambientais

No campo ambiental, a empresa cuida de mais de 68 mil hectares de áreas protegidas, o que equivale a cerca de 68 mil campos de futebol oficiais, com os biomas Mata Atlântica e Cerrado.

O volume de área preservada pela Vale no Quadrilátero Ferrífero – entre zonas de Compensação Ambiental, Reservas Legais e RPPNs (Reserva Particular do Patrimônio Natural) – é cerca de 3,5 vezes maior do que a área minerada pela empresa.

“Em Minas Gerais, a Vale possui 19 RPPNs que ocupam uma área de 9,5 mil hectares, ou seja, cerca de 10 mil campos de futebol. Na área de atuação do Complexo Vargem Grande, podemos destacar a RPPN Fazenda do Capivary, que protege uma área de 1.984 hectares dos municípios de Itabirito e Santa Bárbara, e a RPPN Andaime, que guarda 175 hectares em Rio Acima. Além de preservar belezas cênicas e ambientes históricos, as RPPNs assumem, cada vez mais, objetivos de proteção de recursos hídricos, manejo de recursos naturais e desenvolvimento de pesquisas científicas, entre vários outros serviços ambientais”, informou a empresa.

Neste ano, a empresa celebrou o aniversário de 20 anos da RPPN Mata do Jambreiro, que preserva 912 hectares dos biomas Mata Atlântica e Cerrado. Localizada na região do Complexo Paraopeba, na encosta sul da Serra do Curral, a Mata do Jambreiro é a maior área particular de preservação da Região Metropolitana de Belo Horizonte e abriga valiosos exemplares da fauna e da flora. A Vale mantém na mata, desde 2015, um Centro de Proteção e Educação Ambiental (CPEA) para ações educacionais que já receberam mais de 45 mil visitantes.

Importante destacar ainda que 90% da água usada nas unidades de Minas Gerais são provenientes de reutilização. A empresa reduziu em 13% (2 milhões de m³) o uso de água em suas operações no Estado comparando o terceiro trimestre de 2018 com o de 2017. Além disso, 93% do resíduo gerado nas unidades de Minas Gerais tiveram destinação sustentável no terceiro trimestre, como por exemplo: reprocessamento, reuso, compostagem, entre outros.

Fonte: Minuto Mais

Campartilhe.

Deixe Um Comentário

*

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Curta nossa página no Facebook
error: Conteúdo Protegido!