Descuido e desrespeito no encontro da Via Stael Bicalho com Alcinha da MG-030

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Confluência da Alcinha de acesso à MG-030 com Via Stael Bicalho tornou-se um “risco” para motoristas e pedestres. Sem sinalização adequada e imprudência dos motoristas, local traz insegurança e está propício a acidentes graves.

A pé ou de carro, passar pelo cruzamento da Alcinha de acesso à rodovia MG-030 com a Via Stael Bicalho, em direção ao pontilhão de Nova Lima é uma movimentação arriscada. O grande problema é que o acesso da Alcinha na Via Stael Bicalho não possui sinalização horizontal (apenas uma placa de “pare”) e os motoristas, principalmente, de caminhões pesados, adentram a pista sem desaceleração e sem entender que a preferência é de quem vem pela Stael Bicalho. Aliás, o trecho que vai do BH Shopping até a entrada do Pontilhão, por baixo do extinto ramal da rede, está praticamente abandonado e causando muita insegurança aos pedestres e motoristas.

A imprudência no local tem deixado motoristas apreensivos, pois a todo instante são obrigados a trocar de faixa ou fazer frenagens bruscas na tentativa de impedir um acidente maior. A maior apreensão é com carretas de minério que sobem com as caçambas vazias pela Alcinha e acessam a Via Stael Bicalho sem nenhum cuidado e sem oferecer margem de segurança para quem já está na avenida.

Desrespeito

Aliás, o trecho é um completo desrespeito com o motorista que vem de Nova Lima em direção à trincheira de ligação com a BR-356. “Além da sinalização no asfalto completamente apagada, os tachões colocados para divisão de faixas foram perdidos e os pinos de sinalização já não cumprem mais a sua função de canalizar o trânsito. Como não conseguem mais garantir e demarcar o fluxo de veículos, os motoristas costumam ocupar duas faixas, tumultuando o trânsito no local. Somente, no último momento é que ele vai escolher qual trecho irá usar, se a trincheira ou se vai acessar à Via Stael Bicalho”, comenta Matheus Andrade Martins, que mora na Rua Orozimbo Nonato.

Além da ausência da sinalização horizontal, várias placas de meio-fio estão soltas e são deslocadas em plena pista de rolamento pelos veículos pesados que passam em alta velocidade. Um acidente anunciado.

Pedestres

O trecho ainda traz outros incômodos para quem faz o trajeto do centro de compras até à entrada de Nova Lima a pé. Por não possuir calçamento, em épocas de chuva a lama toma conta do que se pode chamar de passeio. Na seca, a poeira espanta também os pedestres que utilizam o asfalto para continuar o percurso. O pequeno trecho de quase 800 metros se torna perigoso para quem está a pé e para quem está no volante, uma vez que uns desviam dos outros na mesma pista.

Esse assunto já foi tema de Audiência Pública na Assembleia Legislativa e levado à Coordenadoria da Regional Centro-Sul, durante reunião agendada pelo deputado Fred Costa e a Univiva. Na administração Marcio Lacerda foram feitas várias solicitações nesse sentido, sem êxito. Segundo a Prefeitura de Belo Horizonte, houve uma consulta e foi verificado que o trecho está em área de divisa sob a jurisdição do Departamento de Edificações e de Estradas e Rodagens de Minas Gerais (DEER-MG). Dessa forma, não será possível realizar a sinalização no local. A PBH informou também que não conseguiu ainda programar o bota-fora, mas que realizou capina e roçada recentemente no local.

Segundo informou o presidente da Associação dos Empreendedores do Vila da Serra e Vale do Sereno (AVS), Gilmar Dias, o projeto viário do DDI  (Diverging Diamond Interchange), que prevê a inversão de mão direcional do trevo do BH Shopping, contempla a construção da calçada na Via Stael Bicalho, sinalização e outras adaptações nas alças e em vias dos bairros Belvedere, Santa Lúcia e Vila da Serra. O projeto aguarda apenas a liberação da BHTrans para sua execução.

Fonte: Jornal do Belvedere

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